A arte do sacrifício

por , 20 Dezembro, 2017

Um bailarino treina o corpo até à exaustão, com disciplina e rigor.

Por: Xavier Pereira | Fotografia: José Pereira | Maquilhagem e cabelos: Tatiana Cruz

Muitos dizem não conhecer, noutra via de expressão artística, semelhante exigência. Esta é a história de Maria Pires que, hoje, aos 34 anos de idade, vive o sonho da dança clássica, mas podia ser o testemunho de muitos outros bailarinos.

Decidir enveredar pela dança não é, de todo, fácil. São escolhas feitas muito cedo, ao contrário de outras áreas em que se pode decidir mais tarde. Há muita gente que fica a meio caminho, porque é tudo demasiado duro. É muito difícil. A dança, sobretudo a clássica, tem um grau de exigência gigante. Foi disso que me fui apercebendo.

Ser bailarino é um trabalho de fundo, que leva anos. Hoje conseguimos fazer duas piruetas e, amanhã, talvez não consigamos fazer nenhuma.

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AGRADECIMENTO LX DANCE – ESCOLA DE DANÇA E BAILADO
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