Arte urbana como manifesto

por , 4 Fevereiro, 2019

Artista plástico italiano com exposição em nome próprio numas catacumbas de Marvila, em Lisboa. Fiumani apresenta-nos o MANIfesto até dia 16. A entrada é gratuita.

Por: Xavier Pereira

“É um grito para uma arte com propósito e mensagem, sem normas e contra o status quo”, indica o material que serve de promoção à exposição MANIfesto. A mostra é inaugurada às 18h30 desta sexta-feira, dia 1 de fevereiro, e mantém-se de portas abertas até dia 16, com entrada gratuita. A iniciativa “Propõe destruir o que se pode considerar bonito, levantando questões para um mundo melhor”.

Na exposição, estão patentes obras de diferentes formatos: “Algumas mais ligadas à pintura e outras mais experimentais, que juntam tecnologia ao desenho”, mas não só. Segundo a informação disponibilizada pela plataforma Departamento, que organiza o certame, “será também possível encontrar peças de roupa únicas, customizadas pelo artista, motas custom, pranchas de surf, instalações e performances”.

Filippo Fiumani desenvolve o seu trabalho artístico desde 2002. Hoje em dia, a viver em Portugal, é uma voz crítica e indignada, que chama a atenção para o capitalismo e as injustiças sociais. MANIfesto é, também, o encontro de várias paixões do artista: surf, skate e motas, o que faz da sua exposição um bom programa para toda a família.

 

 

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