As Filhas da Mãe | POESIA (Mas não)

por , 26 Agosto, 2017

Pedir a uma pessoa solteira para escrever sobre sexo até podia ser fundamento válido, fonte inesgotável de diversas histórias, mas não.

por Isabel Saldanha

E já me explico. Estamos naquela época em que o corpo se despe e se mostra, se cuida e respira, inspira e transpira.
O verão promete o que nem sempre dá. Ou dando dá pouco. É como a roupa, sempre curta,  para tanta noite comprida. Gosto de sexo. Bastante. Mas pasmem ou não, gosto sobretudo desta actividade com recheio poético.

Veja a crónica completa na edição de agosto impressa
ou na versão digital (IOS ou ANDROID)

  • Comentários

    Artigos relacionados