Branqueamento genital

por , 26 Junho, 2019

Por Sandra Borges, Dermatologista

Os tratamentos estéticos da área genital são ainda um tema tabu na sociedade portuguesa. No entanto, são cada vez mais procurados, principalmente por mulheres. Da mesma forma que a depilação total há uns anos era vista com muitos preconceitos, hoje, face aos branqueamentos genitais, começam a dar sinais de cair. É contudo ainda um tipo de tratamento que muita gente não conta aos amigos, pois ainda há dúvidas e vergonhas infundadas sobre a necessidade de o fazer ou a causa do referido escurecimento.

Dentro da área da dermatologia, uma das principais queixas é o escurecimento e atrofia/perda de elasticidade da área genital, e peri-genital, que ocorre frequentemente com o avançar da idade. As alterações hormonais e o traumatismo frequentemente induzido (fricção causada pela roupa, depilação, etc.) são os principais responsáveis por estas alterações – causas ditas “normais”, que não deveriam ser motivo de vergonha.

Embora consideradas alterações sem significado clínico, a forma como a sociedade olha para o seu corpo e as preocupações estéticas associadas mudaram significativamente, nos últimos anos. Estes tratamentos têm permitido aumentar a auto-estima e confiança de muitas mulheres, relativamente à sua vida sexual.

O branqueamento genital feminino corresponde ao clareamento dos grandes lábios, virilhas e região peri-anal. À semelhança de outras áreas corporais, poderá ser realizado através de laser ou agentes químicos. Estes irão permitir remover as camadas mais superficiais da pele, mais espessas e hiperpigmentadas. Têm como objetivo conseguir a textura e tonalidade desejadas, com uma pele mais rosada, firme e de aspeto mais jovem.


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