CONSULTÓRIO | Pergunte ao Dr. Quintino

por , 22 Junho, 2018

“Estamos no verão. A escola já a terminar, é altura agora de organizar os tempos dos meus filhos. Dois meninos lindos, de 9 e 13 anos. Tentamos ter os tempos deles bastante ocupados, e oferecer-lhes o máximo que a vida permitir. Eu e o pai queremos que eles desfrutem ao máximo da vida. Nas férias, algumas das atividades que frequentam não funcionam, e temos ainda para completar as horas que no resto do ano estão preenchidas pela escola. A nossa dúvida é se devemos procurar para o verão atividades diferentes, sendo que depois em setembro já não as continuam, ou se devemos aumentar as horas em que estão envolvidos nas atividades que já conhecem. Muito obrigado. Constança.”- Constança

O desejo de sempre oferecer o melhor aos filhos traz os pais sempre ocupados, e preocupados, com o dia seguinte. Na azáfama do próprio trabalho, há que encontrar ainda horas para pensar as horas dos filhos. E no desejo de lhes oferecer o que muitas vezes não tiveram, porque os novos tempos oferecem possibilidades que antes desconhecíamos, e a própria vontade dos pais, de praticar alguma dessas atividades, faz com que as agendas dos filhos estejam ainda mais preenchidas do que as suas, que já são adultos. Claro que é importante a criança e o adolescente conhecerem e praticarem atividades que promovam o seu desenvolvimento físico, cognitivo e social. Mas atenção, pois são também absolutamente necessários os tempos não programados, sem atividades previamente agendadas, de modo a que a criança e o adolescente possam também treinar o Agir, ou seja, a gestão de ações originadas no momento pelas circunstâncias.- Dr. Quintino Aires


Leia a crónica completa na edição deste mês nas bancas
ou na versão digital (IOS ou ANDROID)

  • Comentários

    Artigos relacionados