É uma menina!

por , 15 Julho, 2019

Em primeira mão, Vanessa Oliveira revela à CRISTINA que está à espera de uma menina. A apresentadora e o companheiro, o DJ Kamala, já são pais de André, de seis anos de idade. Em novembro, a família aumenta. Até lá, a profissional da RTP promete um verão com muito trabalho.

por XAVIER PEREIRA

CRISTINA ? Vanessa, conta-nos: o que vem aí?
Vanessa Oliveira ? Vem aí uma menina… (Risos)

C. ? Estás entusiasmada?
V.O. ? Sim, estou. Eu sempre sonhei em poder dizer “os meus filhos”, no plural. Nunca foi uma opção ter só o André. Ele era condição sine qua non. O João [Fernandes, marido] e eu queríamos um rapaz e queríamos os dois que ele se chamasse André. Foi muito fácil e uma felicidade muito grande. Depois, não sei se deixei passar muito tempo ou pouco. Acho que [o segundo filho] vem quando tem de ser.

C. ? Ao longo do tempo, foste sempre pensando que querias “os teus filhos”.
V.O. ? Sim. Por várias razões e por coisas que, às vezes, ouvimos durante a vida toda. “Um filho único vai ficar sozinho quando vocês morrerem”. São coisas que se ouvem e eu pensava: “Ai, deixar o André sozinho, se me acontecer alguma coisa a mim e ao João. Não tem irmãos…”. Na verdade, o André tem um primo com 20 dias de diferença que, em abono da verdade, é quase irmão. Fazem tudo juntos, andam juntos na escola, andam no futebol, no básquete, são primos-manos. Sou madrinha do meu sobrinho, os meus cunhados são padrinhos do meu filho. Para teres noção, a minha cunhada diz: “A minha menina”, porque está doida por eu estar grávida de uma menina. (Risos)

C. ? Tu, nem tanto…
V.O. ? Eu adoro ter o André, porque ele é um miúdo fácil. Acho que os rapazes são mais fáceis. Em qualquer fase da vida. O que me assusta numa menina? A adolescência! (Risos) Porque eu sei como fui para a minha mãe. (Risos)

C. ? Como é que foste?
V.O. ? Fui péssima. (Risos) Era super rebelde. Queria fazer tudo e mais alguma coisa e não tinha idade para o fazer, mas achava que tinha. Só admitimos isto depois. (Em surdina) Deus queira que a minha mãe não leia esta entrevista. (Risos)

C. ? Eras rebelde a ponto de fazer asneiras?
V.O. ? Não, nunca fui rebelde de fazer asneiras feias, mas queria sair à noite. Com 15 anos, achava que era independente, percebes? Queria ir sair com os meus amigos e fazer a minha vida, mas estava no 10º ano. Hoje em dia, sei que era uma ideia maluca. Nunca me droguei, até hoje. Bebia, mas não chegava a casa muito bêbeda. Achava que não devia nada a ninguém. Por isso é que, quando vim para Lisboa, para a faculdade, e comecei a trabalhar como manequim, passei a ser, efetivamente, mais independente. Fui viver sozinha cedo.


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