Espermatozoides precisam-se!

por , 23 Agosto, 2019

Há uma escassez, os tratamentos de fertilidade são cada vez mais comuns. Afinal, o que se passa com os espermatezoides?

por DUARTE ROSA

O primeiro impacto é terrível: mais de 80 milhões de indivíduos sofrem de infertilidade. O que se passa? No caso dos homens, a realidade é simples: o corpo produz cada vez menos espermatezoides vencedores, aqueles que vingam e conseguem fecundar um óvulo. As questões com as mulheres são distintas, é óbvio, e vastas.

No caso dos homens, a escassez ou fraca produção dos espermatezoides pode ter origens variadas: os problemas de obesidade não ajudam, o consumo de drogas não ajuda, e há estudos que referem outras realidades a evitar, como calças de ganga apertadas ou, até, o uso de equipamentos tecnológicos ao nível do colo ou no bolso das calças.

A infertilidade afeta cerca de 80% da população masculina e diferentes estudos comprovam que a escassez de espermatezoides é crescente. Não se engane ao pensar que, se tem ejaculação e esta é abundante, está salvaguardado, nada disso: do líquido ejaculado apenas 5% é composto por espermatezoides, portanto, a abundância não significa grande coisa. Um espermograma é o teste recomendado a quem pretende saber como estão os seus níveis de fertilidade. Muitas pessoas têm vergonha de falar sobre este assunto; muitas mulheres sofrem de ansiedade e angústia, quando não conseguem engravidar e, tantas vezes, não lhes ocorre que o problema pode estar no homem.


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