Jovens na política

por , 19 Setembro, 2017

É uma atividade que muitos criticam, mas com a qual outros tantos se identificam. Pertencer a um partido é poder discutir ideias e, em alguns casos, encabeçar uma candidatura autárquica.

Por: Xavier Pereira | Fotografia de: João Maria Catarino

André Couto foi eleito presidente da Junta de Freguesia de Campolide quando tinha 26 anos de idade. Aos 35 é, de novo, candidato. Ana Ferreira, Frederico Sapage, Joana Pereira e Selene Martinho, aventuram-se, pela primeira vez, numa corrida autárquica. É já dia 1 de outubro que vão a votos.

Joana Pereira, 20 anos e Frederico Sapage, 29 anos

Os cinco jovens são cidadãos ativos, preocupados, atentos, interventivos, querem ajudar a mudar a política nacional e não se pense que essa preocupação é recente. Com diferentes filiações partidárias, contam, na edição deste mês da CRISTINA, que motivações têm e onde querem chegar, mas onde é que tudo começou?

Com ou sem influências políticas nas suas famílias, os cinco jovens têm, hoje, uma filiação partidária que começou cedo. Em adolescentes começaram a identificar-se com diferentes partidos políticos e foi nas suas juventudes partidárias que se inscreveram.

 

 

PS, PSD e CDS têm essas estruturas com centenas de filiados, um pouco por todo o país. O PCP e o BE são os dois partidos que não têm uma estrutura exclusiva para os jovens. A inscrição é fácil. Além dos dados pessoais, pressupõe o pagamento de uma cota ao partido. Um caminho que, hoje em dia, pode ser uma opção para quem quer ingressar no mundo político.

 

Leia matéria completa na edição de setembro já nas bancas ou na app CRISTINA M (IOS, ANDROID)

 

Na fotografia de destaque (da esquerda para a direita): Selene Martinho, 26 anos, André Couto, 35 anos e Ana Ferreira, 27 anos.
  • Comentários

    Artigos relacionados