Mudança

por , 25 Novembro, 2017

Não é só a mudança de estação, nem o bronze desbotado, nem o regresso às aulas apressado, nem a falta de pilhas no teclado. Nem são só os dias curtos, as pressas reinventadas e as estradas cortadas. São os sonhos. Por: Isabel Saldanha

O problema são sempre os sonhos. Os sonhos que fermentam como algodão em água, durante o verão. Justamente quando tínhamos a hipótese de nos entregar à Apatia. Falo por mim. Que os puffs, as caipirinhas e os pores do sol dão-me um vórtice de ideias tal, que a palhinha fica mais lisa que linguini entre os meus dentes.
Janeiro é uma brincadeira de debutantes, quando comparado com o início de setembro. Aqui é que é, sem desculpas, sem atrasos, o verdadeiro arranque do homem moderno. Despachadas as crias, aguarda-se a reinvenção do tutor, uma certa dose de propósito e intenção, reclamada por todos os que tentam fazer o mesmo. Não é apenas a coleção de outono/inverno, nem os botins, que devem sair do armário, a reclamar Tendência; é o sonho.

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