Os estilos de Luís

por , 15 Agosto, 2018

Convidámos o manequim Luís Borges para nos mostrar os vários estilos que um homem pode ter. Aproveitámos para conversar com um dos maiores talentos da moda nacional. Sobre a carreira, a família, os sonhos e a afro.

POR: Xavier Pereira | Fotografia: Frederico Martins | Styling: Nelson Vieira

 

Cristina – Sentes-te bem com o teu corpo, aos 30 anos?

Luís Borges – Sim, acho que estou muito melhor agora. Mais seguro, mais maduro, muito mais adulto do que quando comecei. Sei aquilo que estou a fazer.

 

C. – Imaginas-te a continuar este percurso de modelo?

L. B. – [Pausa] Se calhar, mais dois anos ou três. Sabes, isto é um bocado cansativo. Muita maquilhagem, muito cabelo, muitas viagens, que é o que me cansa mais. As pessoas acham muito giro o mundo da moda, mas não é só aquilo que veem. Quando começamos, não há aquele glamour, não existem os hotéis de cinco estrelas, não existem os drivers, passamos muito tempo sozinhos nos quartos de hotel que, às vezes, são pensões, e nas quais temos de partilhar quartos. Nem sempre é bom, mas eu aprendi com esse lado. A minha agência, a Central Models, no fundo, atirou-me aos lobos. Fui sozinho para Paris, à procura de agência. Depois, comecei a minha carreira sozinho. Não tinha ninguém ao meu lado, para viajar comigo. Acho que isso me fez crescer, perceber o quanto é importante esta profissão e o quanto eu quero estar nela. Considero que há muitos manequins que estão na profissão para ser famosos, e ser manequim não isso.

 

C. – E, portanto, tu imaginas mais dois ou três anos dessa vida?

L. B. – Sim. Três anos… Não sei, se calhar, até posso fazer mais, mas tenho outros objetivos e outros projetos que quero desenvolver.

 


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