Pergunte ao Dr. Quintino

por , 17 Fevereiro, 2018

“Sou mãe de um menino de 11 anos. Costumo ouvir os seus conselhos sobre a educação, que sempre me fazem muito sentido. Também leio muitas coisas sobre educação e tento fazer o melhor que posso. Mas há uma situação com a qual não consigo lidar com tranquilidade. Não aguento quando o meu filho fica triste. Desespero e apetece-me virar o mundo ao contrário, para ele ficar bem”.- Matilde, 37 anos

Minha querida Matilde. Foram muitos dias, muitas semanas, muitos meses a cuidar dele. A estar atenta àquilo de que ele precisava, sempre a querer descobrir o que o faria gostar da vida. A fazer uma ginástica mental enorme, para explicar ao médico o que se passava com ele, quando ele se encontrava doente, sem que, efetivamente, soubesse muito bem o que estava o seu filho a sentir. E todo este esforço compensado com os abraços e beijinhos dele, a dizer-lhe o quanto gostava de si. Evidentemente que não é fácil sair do papel de quem cuida, e cuida e cuida, se necessário virando o mundo ao contrário, para ele ficar bem. Mas depois ele cresce, já não é bebé. Para aprender a andar precisa de arriscar e, às vezes, de cair.- Dr. Quintino

Leia a crónica do Dr. Quintino na íntegra na edição deste mês, nas bancas ou na app CRISTINA M.

Escreva ao Dr. Quintino através do endereço de e-mail redacao@revistacristina.com

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