Quem é que cozinha nas férias? Meninos, chegou a vossa hora.

por , 14 Agosto, 2019

E quem disse que em “modo férias” não podemos continuar a ser saudáveis? Aprenda a preparar e a levar consigo refeições práticas, rápidas, deliciosas e muito saudáveis. Vamos a isso?

Por Iara Rodrigues

Uma das máximas de uma abordagem alimentar flexível é a de que em férias não tem que haver fundamentalismos e restrições exageradas. Da mesma forma que não é o dia de Natal e o da passagem de ano que estragam o resto do ano, também as férias de verão devem ser gozadas por inteiro, com tudo a que se tem direito. Ainda assim, como estamos a falar de uma a três semanas e não de dois ou três dias, existem algumas regras que, se forem cumpridas, fazem com que o “dano” seja menor.
Podemos quase classificar as férias em três tipos, no que se refere à alimentação: férias de “casa de férias”, férias de “hotel e praia” e férias de “mochila às costas”. Cada uma terá os seus desafios específicos, mas o objetivo comum é fazer o melhor que conseguir.
Se o seu caso for o da casa de férias, tenho, de seguida, três sugestões de receitas que podem ajudar a fugir às sanduíches e saladinhas desenxabidas.
Seguem dicas fáceis de pôr em prática, caso faça férias nos outros registos.

– Resistir ao buffet de pequeno almoço: ovos, queijo fresco, iogurte e leite magros, fruta e pão escuro serão sempre as opções a privilegiar, a fim de atingir uma boa ingestão proteica, para toda a manhã. Quanto à quantidade de hidratos de carbono, é logicamente diferente para os “mochileiros” que poderão fazer muitos quilómetros por dia, a pé, e para quem ficará entre praia e piscina todo o dia. Se apanhar um buffet com muitos bolos e sobremesas incríveis, divida o mal pelas aldeias e experimente um por dia, em vez de andar todos os dias a comer um prato cheio deles;
– Faça as asneiras valerem a pena – que é o mesmo que dizer: convém que sejam as iguarias típicas do local onde está de férias. Seja o peixe grelhado, o marisco, o pão alentejano, a comida oriental ou as pizzas e massas. Não “gaste créditos” calóricos em erros alimentares, completamente desprovidos de ligação cultural à gastronomia local;
– Ande com o seu “kit de sobrevivência” atrás – seja na praia ou em passeio, convém não passar muito tempo sem uma boa ingestão proteica e sem se hidratar convenientemente. Por isso deve ter na mochila ou na mala de praia: água, fruta fresca, frutos secos e barras proteicas (atentando à quantidade de gordura e açúcar que possuem). São sempre alternativas práticas e válidas para aquele período, muitas das vezes excessivo, que passa entre o almoço (algumas vezes desde o pequeno-almoço) e o jantar.

Veja na edição deste mês as 3 receitas da Dr. Iara Rodrigues.


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