Sexo: Quando a idade importa

por , 27 Abril, 2018

Isabel tem 38 anos de idade, é diretora de recursos humanos, numa empresa com sede em Lisboa, e assume: “gosto de fazer sexo com homens mais novos”.

POR: Xavier Pereira

“Conheci o Miguel numa festa, através de um amigo em comum. Na altura, a conversa foi de circunstância, mas reparámos um no outro. Percebi que ele era mais novo do que eu, mas não sabia qual a diferença de idades que teríamos. Hoje sei. Separam-nos 16 anos. Depois da festa, adicionámo-nos nas redes sociais e começámos a falar. Primeiro foi através do Snapchat. De repente, uma simples troca de mensagens transformou-se em sexting. Era óbvio: estávamos interessados um no outro e, ali, a idade não era um problema. Um dia, ele foi ter a minha casa e aconteceu.
A verdade é que eu já tinha tido experiências com rapazes mais jovens, mas nunca com uma diferença de idades tão grande. Naquela noite, nem eu, nem ele, vimos nisso um problema. O Miguel é reservado até se sentir à-vontade. À medida que fomos conversando, fui gostando de o conhecer. É jovem, mas não tem conversa de miúdo. Ele tem cabeça… e não só! Também tem um corpo escultural, uma vez que é atleta e se dedica muito ao exercício físico.
Naquela noite, quando chegou a minha casa, fomos diretos ao assunto e aconteceu tudo! Ele e eu sabíamos o que queríamos e eu não tive de lhe explicar nada. É um furacão na cama. Tem muita energia e aquele corpo super definido ainda hoje me deixa muito excitada. Naquele nosso primeiro encontro sexual, ele mostrou que sabia muito bem o que estava a fazer. Acabou por passar o serão comigo e tivemos algumas rondas de sexo intenso e muito prazeroso. Pelo meio, íamos conversando e tudo o que ele dizia servia para me massajar o ego. Fartou-se de elogiar o meu rabo e de dizer que eu não pareço ter a idade que, na realidade, tenho. Naquela noite, houve muita química. Entendemo-nos lindamente.
Desde essa primeira vez em que estivemos juntos, até hoje, já se passaram dois anos. De vez em quando, voltamos a encontrar-nos, esporadicamente, e é sempre fantástico. Sou uma mulher muito bem resolvida e lido bem com isto, assim. Não faço perguntas e acho que isso ajuda a que o Miguel não tenha receio de me procurar, tanto quanto eu o procuro a ele. Hoje, como há dois anos, a diferença de idades entre nós, não é um problema.
Além do Miguel, já estive com outros homens mais novos. Na verdade, são o tipo de homem que eu prefiro e, provavelmente, a maioria das minhas aventuras sexuais foram com rapazes mais novos que eu. Sinto que, por maior que essa discrepância possa ser, pouco se nota. Regra geral, gostam de estar comigo porque eu não complico, não faço filmes, nem cenas de ciúmes. Em algumas ocasiões já me disseram que eu devia dar aulas às miúdas mais novas. Tudo isso me diverte.
De cada vez que vou para a cama com um homem mais novo que eu, sinto que se esforçam muito para me agradar. Talvez pensem que têm algo para me provar e isso, normalmente, acaba por resultar em doses de muito bom sexo!”

  • Comentários

    Artigos relacionados