Vestido de Noiva para que te quero

por , 20 Fevereiro, 2018

Depois do divórcio, o que fazer com os restos? Dar? Queimar? Guardar? As várias hipóteses são válidas. Veja as histórias que descobrimos.

Por Sofia Peixoto

Eu não podia olhar para o vestido. Até ficava enjoada”, quem o diz é Joana Azevedo, 37 anos, designer de profissão. Esteve casada durante cinco anos. Não sabe dizer se foi feliz ou nem por isso, sabe apenas que o divórcio foi um inferno. Porquê? Porque o ex-marido decidiu ficar com o carro e a casa que, na verdade, eram propriedade dela, comprados antes do casamento.
“Já se sabe que as pessoas revelam as suas piores facetas nos momentos de maior rutura e um divórcio é um fator de stress extremo. O marido de Joana não foi exceção. “Foi tudo péssimo, violento e injusto. Um dia, já depois do divórcio, a minha mãe perguntou-me: O que vais fazer ao vestido de noiva? Eu não tinha pensado nisso, confesso”. Joana foi ao armário onde mantém casacos e outras peças com menos uso e começou a olhar para o vestido. “Era lindo, lindo, com pormenores muito cuidados. Fiquei a olhar para aquilo e a sentir-me uma desgraça. O amor falhou e o vestido já não representava o meu sonho de princesa”, conta. O que fazer com o vestido? E com a aliança? “A aliança resolvi no dia em que sai do advogado e percebi que ele queria ficar com as minhas coisas: deitei a aliança numa sarjeta, na rua. O vestido era mais complicado, não vamos dar um vestido destes aos pobres, a uma instituição.

Leia a história completa de Joana na edição deste mês, nas bancas ou na app CRISTINA M.

  • Comentários

    Artigos relacionados