Lipofilling: aumentar os glúteos e elevar a autoestima

por , 27 Fevereiro, 2020

Poucas são as gravidezes que não deixam marcas no corpo de uma mulher. E, quanto mais tarde se tem filhos, maior é o impacto. A Filipa faz parte da maioria. Se na primeira gravidez, com apenas 22 anos, o seu corpo recuperou com relativa rapidez, na segunda, aos 34, a história foi bem diferente. As nádegas da Filipa já não eram muito firmes, mas a segunda gravidez agravou ainda mais a situação.

Ainda tentou praticar exercício físico, para recuperar a antiga forma, mas não foi suficiente. Seria necessário praticar muito mais exercício, mas a sua vida pessoal não permitia. Como auxiliar de saúde, acaba por ter uma vida agitada, devido aos horários rotativos. Os dois filhos, que ainda precisam da sua atenção, acabavam por exigir muito do seu tempo livre, pelo que era difícil ser rigorosa.

Mas, verdade seja dita: mesmo com muito treino, dificilmente a Filipa conseguiria obter os resultados que alcançou com o lipofilling de glúteos, que fez aos 38 anos. Hoje, um ano depois da intervenção, afirma que faria tudo novamente, porque o impacto que teve na sua vida foi ainda maior e melhor do que imaginara.

 

Nádegas descaídas, autoestima em baixo

Para uma mulher, dificilmente a ideia de ter um rabo descaído é satisfatória. E para a Filipa também não, era algo que a deixava verdadeiramente descontente. Muitas das suas escolhas eram condicionadas, sem falar do facto de se ter fechado, pelo desconforto que sentia.

O tamanho não era propriamente um problema, mas o facto de ter os glúteos descaídos era algo que afetava a sua autoestima.

Quando decidiu praticar exercício físico, a maior parte do seu treino era focado nos glúteos, mas não conseguiu resolver o problema. Além disso, aproveitou o embalo, pois tinha alguma gordura acumulada, noutras zonas do corpo, da qual se queria livrar. Fez uma lipoescultura e a gordura retirada das suas costas foi aplicada nos glúteos.

O pós-operatório foi muito tranquilo e não precisou de ter grandes cuidados. Sentia apenas um ligeiro desconforto quando se sentava, porque teve as nádegas um pouco dormentes durante algum tempo. Mas nada que fosse muito incómodo ou, sequer, doloroso.


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